| Migrando para o Windows Vista por meio da Ferramenta de Migração de Perfil do UsuárioPublicado em: 3 de março de 2006 Por Nelson Ruest e Danielle Ruest Resumo Sempre que uma nova versão de um sistema operacional é disponibilizada, as organizações dão início a um processo que pode levar a uma implantação em massa da nova tecnologia. Um dos fatores cruciais que pode contribuir para o sucesso dessa implantação é a migração das configurações de usuário — especificamente, a captura de todas as configurações personalizadas contidas em sistemas já existentes e a restauração dessas configurações em sistemas recém-implantados. Com o Microsoft Windows Vista, esse processo é facilitado por uma remodelada Ferramenta de Migração de Perfil do Usuário (USMT) do Microsoft Windows, que deve ajudar a garantir que as migrações ocorram tranqüilamente e sem erros. Este artigo descreve como as migrações funcionam em situações corporativas e pessoais e como torná-las um sucesso. Nesta página Visão geral dos desafios de migração
Diferentes estratégias de migração
Aperfeiçoamentos de migração do Windows Vista
Cenário de migração
Resumo
Visão geral dos desafios de migraçãoSempre que uma nova versão de um sistema operacional é disponibilizada, as organizações que desejam aproveitar as vantagens oferecidas pelos novos recursos dão início a um processo que pode levar a uma implantação em massa da nova tecnologia. Um dos fatores cruciais que pode contribuir para o sucesso dessa implantação é a migração das configurações de usuário – especificamente, a captura de todas as configurações personalizadas contidas em sistemas já existentes e a restauração dessas configurações em sistemas recém-implantados. Neste artigo, as migrações enfocarão esse processo de captura e restauração de dados, ao passo que as implantações terão como foco a substituição de um sistema operacional. Com o Microsoft Windows Vista, as migrações são facilitadas por uma remodelada Ferramenta de Migração de Perfil do Usuário (USMT) do Microsoft Windows, que deve ajudar a garantir que as migrações ocorram tranqüilamente e sem erros. Este artigo descreve como as migrações funcionam em situações corporativas e pessoais e como torná-las um sucesso. São fornecidas duas ferramentas para a migração de configurações, dependendo do cenário de migração: - As migrações de PC para PC usam o Assistente de Migração de PC, uma interface gráfica destinada ao processo de migração. Essa ferramenta dá suporte a migrações pessoais — migrações realizadas em ambientes não-corporativos ou migrações corporativas feitas por usuários individuais.
- As migrações remotas ou migrações que são automatizadas com a USMT versão 3.0, uma interface de linha de comando que fornece um processo de migração por script, apresentam um processo padrão reutilizável para migrações corporativas.
Ambas as ferramentas são descritas aqui, embora a ênfase específica deste artigo seja dada à USMT, uma vez que, por padrão, ela possui recursos mais abrangentes do que a ferramenta gráfica. Em organizações de grande e pequeno porte, o sucesso de uma implantação normalmente depende de um nível mais baixo de complexidade e diversidade. As implantações de sistemas operacionais bem-sucedidas costumam depender de processos testados que são reproduzidos com um alto grau de precisão. Esse é um dos motivos pelos quais a diversidade deve ser reduzida o máximo possível — quanto mais diversidade houver em um processo de implantação, mais propenso a falhas ele estará. Para diminuir a complexidade e aumentar a padronização, as organizações devem escolher uma combinação de hardware e software e distribuí-la para todos os usuários. Isso significa adotar um ambiente operacional padrão (SOE) que funcione como a linha de base para todas as instalações do sistema. O SOE deve incluir drivers de hardware padrão, os principais recursos do sistema operacional, aplicativos de produtividade básicos - principalmente se fizerem parte de um programa de licenciamento por volume - e utilitários essenciais. Ele também deve incluir um conjunto padrão de recursos de segurança, conforme descrito na diretiva corporativa da organização. O uso de um SOE desse tipo pode diminuir os desafios de implantação expressivamente. No planejamento da migração, as organizações e os indivíduos devem primeiro identificar o que será migrado, inclusive configurações de usuário pessoais, aplicativos e configurações de aplicativos, arquivos de dados pessoais e pastas. A identificação dos aplicativos a serem migrados é especialmente importante, porque não faz sentido capturar dados sobre aplicativos que daqui a um tempo deixarão de ser utilizados. Um dos mais importantes conceitos das migrações de configurações e dados é que as informações restauradas no destino devem consistir apenas em informações necessárias. Mesmo que a captura da origem seja mais completa do que a restauração para fins de backup, a restauração de dados ou configurações de aplicativos que não serão instalados no sistema de destino é redundante e pode gerar instabilidade nas máquinas recém-implantadas. A complexidade do processo de transferência de configurações pode ser maior quando vários usuários compartilham um sistema. Nesse caso, a máquina de origem contém diversos perfis de usuário e todos devem ser protegidos. Esta é uma outra oportunidade para a validação. Os perfis podem estar obsoletos porque os usuários não acessam mais essa máquina ou deixaram de fazer parte da organização. De modo semelhante, nos cenários de migração pessoal, a migração deve considerar somente o(s) perfil(is) que será(ão) reutilizado(s) nos novos sistemas. | Observação: existem algumas diferenças importantes entre a USMT e o Assistente de Migração. Devido à sua natureza interativa, o Assistente de Migração deve ser executado no contexto do usuário, uma operação que deve ser repetida para cada usuário do sistema, a menos que ele seja utilizado no contexto de um administrador. A USMT pode ser executada no modo de lotes e capturar todos os perfis existentes em um sistema. Além disso, a USMT pode filtrar os perfis de usuários que não se conectaram ao sistema recentemente. Tanto a USMT quanto o Assistente de Migração podem mapear os usuários existentes para novas contas (por exemplo, mudando um perfil de uma conta de grupo de trabalho para uma de domínio). |
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Diferentes estratégias de migraçãoAs migrações pessoais e organizacionais podem envolver vários tipos diferentes de implantação. Esses tipos incluem a atualização básica do sistema (ou instalação in-loco) do novo sistema operacional; a substituição de computadores lado a lado, processo que envolve a transferência de dados de um computador para outro; e a instalação limpa (ou do tipo limpar e carregar), que reutiliza o mesmo sistema, mas apaga o disco rígido para executar uma nova instalação. Dos três cenários, a atualização in-loco é de longe a mais simples de gerenciar, pois realiza uma atualização não-destrutiva do sistema. Em qualquer um dos três casos, criar um backup do sistema antes de realizar qualquer tipo de migração, até mesmo a atualização, é a prática recomendada que todos devem adotar. Em um sistema Microsoft Windows XP ou Microsoft Windows 2000, os dados e as configurações pessoais são armazenados no perfil do usuário (Figura 1). Esse perfil inclui uma estrutura de pastas que deve conter todos os dados de que os usuários precisam para a operação correta dos aplicativos e das ferramentas que utilizam - isto é, caso os aplicativos e as ferramentas tenham sido projetados para esses sistemas operacionais. Os aplicativos herdados costumam ser problemáticos em situações de migração porque eles não armazenam configurações nem dados nos locais padrão. Nesse caso, é necessário identificar a localização desses dados e configurações no sistema para que a migração possa ser realizada. De modo semelhante, certas organizações utilizam duas ou mais pastas para armazenar dados de usuários em um sistema. Uma é protegida e as demais não são. Em uma migração, todas as pastas de usuário têm que ser movidas para que a operação seja bem-sucedida. .gif) | Figura 1. A estrutura de um perfil de usuário no Windows XP. |
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| Observação: as ferramentas de migração do Windows Vista dão suporte apenas ao Windows Vista, Windows XP e Windows 2000 como fontes de dados de migração. O Assistente de Migração dá suporte apenas ao Windows Vista como destino, enquanto a USMT aceita o Windows Vista e o Windows XP. |
Em ambientes corporativos, principalmente naqueles que usam o serviço de diretório do Microsoft Active Directory, é possível simplificar o processo de migração utilizando-se estratégias que centralizam o armazenamento de perfis de usuário. Duas estratégias favorecem esse objetivo. A primeira é usar perfis móveis. Nesse caso, os perfis são armazenados em um local central e disponibilizados para os usuários sempre que eles fazem logon em um computador. Em uma migração de sistema, não é necessário examinar as configurações dos usuários nas estações de trabalho, uma vez que elas já estão armazenadas em um servidor. Todavia, na migração de uma versão mais antiga do Windows para o Windows Vista, esse método pode não funcionar porque a estrutura do perfil no Windows Vista é diferente daquela do sistema operacional de origem. Outro método de proteger os dados de usuários é por meio do redirecionamento de pastas. O redirecionamento de pastas usa uma extensão da Diretiva de Grupo para redirecionar dados e configurações de usuário automaticamente para um local central. Isso permite que as organizações protejam os dados de usuários e os submetam a backups periódicos. O redirecionamento de pastas possibilita o redirecionamento de quatro pastas-chave do perfil de usuário: - Dados de Aplicativos armazena todas as configurações específicas de aplicativos.
- Área de Trabalho inclui tudo o que está armazenado na área de trabalho.
- Menu Iniciar inclui todos os atalhos pessoais de um usuário.
- Meus Documentos armazena todos os dados do usuário. A pasta Meus Documentos também pode incluir Minhas Imagens, que armazena todas as imagens do usuário.
Embora o redirecionamento de pastas ofereça proteção para a maioria dos dados do usuário e dê suporte a migrações, as ferramentas de migração ainda são necessárias para capturar 100% dos dados de um usuário durante a migração. O redirecionamento de pastas não abrange itens como Favoritos e Modelos (Figura 1). Por padrão, a USMT dá suporte à migração de todos os elementos listados na primeira coluna da Tabela 1. | Tabela 1. Arquivos e configurações padrão migrados pela USMT versão 3 | | A USMT migra | A USMT não migra | | Configurações do Microsoft Internet Explorer | Configurações relacionadas a hardware Drivers | | Armazenamento do Microsoft Outlook Express | Senhas | | Conexões dial-up | Aplicativos | | Área de trabalho | Arquivos de sincronização, arquivos .dll ou outros certificados EFS (sistema de arquivos com criptografia) de arquivos executáveis, embora em alguns cenários seja possível migrar os certificados EFS se o destino for o Windows Vista. | | Opções de telefone e modem | | | Opções de acessibilidade | | | Área de trabalho clássica | | | Configurações de prompt de comando | | | Favoritos | | | Fontes | | | Opções de pasta | | | Configurações da barra de tarefas | | | Configurações de mouse e teclado | | | Configurações de Início Rápido | | | Seleção de protetor de tela | | | Configurações de sons | | | Opções regionais | | | Pasta Meus Documentos | | | Pasta Minhas Imagens | | | Meus Vídeos | | | Minhas Músicas | | | Meus Arquivos Recebidos | |
Além disso, a USMT pode ser personalizada para incluir elementos complementares, pois utiliza arquivos no formato XML como entradas para o processo de migração. Em suma, para que uma migração seja bem-sucedida, deve ser usada uma tecnologia de migração, como a USMT ou o Assistente de Migração. Cenários de migraçãoOs três cenários de migração que mencionamos anteriormente são: instalação de atualização, lado a lado e do tipo limpar e carregar. Desses três, o primeiro é o mais simples porque, mesmo se envolver uma captura inicial de informações para fins de backup, normalmente ele não requer a restauração das configurações. O processo de atualização do Windows Vista automaticamente reverterá a atualização e restaurará a área de trabalho original do usuário se houver uma falha em qualquer ponto antes do primeiro logon. São poucas as organizações que hoje optam pela atualização in-loco, pois elas preferem usar um processo que substitua todo o conteúdo do sistema. Essa substituição completa garante que, uma vez implantado, o PC assuma um estado conhecido e não inclua nenhum componente restante dos sistemas operacionais anteriores ou de uso anterior. Na verdade, as organizações geralmente aproveitam os novos projetos de implantação de sistemas operacionais para distribuir em cascata ou revezar PCs e mudar sistemas de um usuário para outro. Essa cascata começa com a aquisição de um novo lote de sistemas a serem usados como o pool central para a implantação. Esses novos sistemas incluem recursos aprimorados em relação ao sistemas já existentes e, por isso, são disponibilizados aos usuários mais exigentes das organizações. Por sua vez, os PCs recuperados da primeira disponibilização têm sua imagem recriada e são disponibilizados para uma segunda comunidade de usuários, cujos sistemas são recuperados e distribuídos em cascata para outros usuários, e assim por diante. Esse método rotativo requer a existência de um laboratório para a preparação do sistema. Como os sistemas mais antigos estão sendo revezados nessa área de preparação, normalmente as organizações aproveitam a oportunidade para apagar todos os componentes do sistema, fazendo com que o usuário tenha a impressão de que o sistema é novo. Esse cenário costuma se basear na migração lado a lado (Figura 2), sendo mais usado por organizações que já têm programas de obsolescência para PCs. .gif) | | Figura 2. O cenário de migração lado a lado. |
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Esse tipo de migração geralmente utiliza um processo em três etapas: - O sistema original ou de origem é examinado e os arquivos e as configurações são copiados em formato compactado para um armazenamento intermediário.
- Na segunda etapa, o novo sistema de destino recebe a imagem do SOE, bem como os aplicativos complementares necessários.
- Por último, as configurações de usuário são restauradas no sistema de destino.
A Figura 2 lista os dois comandos apropriados da USMT — ScanState e LoadState —, mas esse processo é idêntico quando o Assistente de Migração é usado. | Observação: embora nem sempre isso seja essencial, é uma boa prática carregar todos os aplicativos necessários no sistema de destino antes de restaurar o estado do usuário, pois muitos aplicativos exigem que primeiro seja feita a instalação para que a restauração funcione. |
Outras organizações podem já ter PCs compatíveis com o novo sistema operacional e preferem limitar a interrupção dos usuários fazendo instalações remotas. Nesse caso, elas farão implantações da instalação do tipo limpar e carregar (Figura 3). Essas implantações geralmente são mais econômicas porque não existe a necessidade de transportar todos os sistemas de um lugar para outro. .gif) | | Figura 3. O cenário de migração via instalação do tipo limpar e carregar. |
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Esse tipo de migração geralmente utiliza um processo em três etapas um pouco diferente: - O sistema é examinado e os arquivos e as configurações são copiados em formato compactado para um armazenamento intermediário.
- Na segunda etapa, o disco rígido é reformatado (opcional) e a imagem do SOE e os aplicativos complementares necessários são instalados.
- Por último, as configurações de usuário são restauradas no sistema.
Novamente, a Figura 3 lista os dois comandos da USMT, embora também seja possível utilizar o Assistente de Migração. Obviamente, o Assistente de Migração seria usado apenas em instalações interativas. As organizações que desejam automatizar esse processo e aplicá-lo a grandes quantidades de PCs utilizariam scripts no processo da USMT. Processo de migraçãoSeja qual for o tipo de migração usado, é necessário planejamento e prudência. A Figura 4 ilustra o processo de planejamento de qualquer migração. Ele começa com um levantamento completo do conteúdo do PC de origem. Aqui, o mais importante é identificar os aplicativos existentes no sistema e, mais especificamente, quais deles estão sendo realmente utilizados pelos usuários. A menos que as organizações usem uma estratégia e um sistema completos de gerenciamento de software, é muito comum encontrar aplicativos que não são mais utilizados nos sistemas de origem. Faça essa limpeza antes de começar a migração, caso contrário, dados inválidos poderão ser migrados. Para os aplicativos a serem incluídos na migração, é importante confirmar com especialistas no assunto (SMEs) os componentes — configurações e dados — de cada aplicativo que devem ser migrados. Feito isso, prepare um script completo para assegurar que todos os dados sejam capturados. Por padrão, a ferramenta USMT captura vários tipos de dados de aplicativos, mas as organizações podem ter aplicativos personalizados que não estão incluídos entre os tipos padrão. Use as ferramentas da USMT para modificar e atualizar os scripts de migração existentes ou para criar scripts personalizados. Teste os scripts personalizados executando uma migração, capturando os dados de origem, armazenando-os em um local intermediário, como um compartilhamento de arquivos central, e restaurando os dados para outro sistema. Uma vez mais, valide os resultados da restauração com os SMEs. Refine o processo conforme necessário antes de liberar o script para a equipe de implantação na produção. .gif) | | Figura 4. O processo de migração. |
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| Observação: o espaço necessário para o armazenamento intermediário varia conforme as estratégias de armazenamento local adotadas pela organização. Por exemplo, um elemento-chave que determina o tamanho dos conjuntos de dados de migração é o armazenamento de e-mails. Se o e-mail for armazenado centralmente, os conjuntos de dados serão menores. Se o e-mail for armazenado localmente, por exemplo, em arquivos de armazenamento off-line, os conjuntos de dados serão maiores. A tendência é que principalmente os usuários móveis tenham conjuntos de dados maiores que os usuários de estações de trabalho. Realize alguns testes e faça o levantamento da rede para determinar o tamanho médio dos conjuntos de dados antes de passar para uma migração completa. Nesse tipo de avaliação, ScanState dá suporte a uma opção que examina somente o conteúdo e gera um arquivo de estimativa de espaço (usmtsize.txt é criado quando se usa a opção /p com o comando ScanState). |
Por padrão, ScanState compacta todos os dados durante seu upload no armazenamento provisório. Isso diminui o tempo do upload e a largura de banda necessária. Assim, quando os dados são transferidos para os sistemas de destino, LoadState baixa todo o armazenamento compactado e o descompacta no computador de destino. É possível instruir ScanState para não compactar os dados durante o upload, mas esse expediente só deve ser usado para solucionar problemas. É altamente recomendável utilizar armazenamentos compactados durante a migração propriamente dita. Início da página
Aperfeiçoamentos de migração do Windows VistaA Microsoft disponibilizou ferramentas de migração para diversas gerações do Windows. Por exemplo, a versão anterior da USMT (versão 2.6) dava suporte à migração do Windows XP ou Windows 2000 para as versões de 64 bits ou 32 bits do Windows Server 2003 e do Windows XP. A nova versão para o Windows Vista, a USMT versão 3.0 apresenta mudanças significativas e recursos aprimorados. Estes são alguns exemplos: - ScanState e LoadState, dois comandos orientados por alguns scripts-chave que agora estão em formato XML.
- A USMT permite mover perfis que contêm arquivos criptografados com o EFS.
- Os sistemas operacionais de origem incluem apenas o Windows Vista, o Windows XP e o Windows 2000. Não há suporte para versões mais antigas do Windows.
- Os sistemas operacionais de destino incluem somente o Windows Vista e o Windows XP.
- Se o destino for o Windows XP, não serão migrados cookies, unidades de rede e configurações de impressora.
- Se o Microsoft Outlook Express ou as Configurações de Acesso Remoto estiverem presentes, somente os arquivos de e-mail do Outlook Express e os arquivos de catálogo telefônico das Configurações de Acesso Remoto serão migrados se o destino for o Windows XP. Se o destino for o Windows Vista, todas as configurações pertinentes serão migradas, conforme descrito nos manifestos de migração dos respectivos componentes.
Além disso, cada um dos dois comandos inclui vários recursos novos. Para obter mais informações, consulte What’s new in USMT version 3.0 no manual Getting Started with User State Migration Tool 3.0, que está disponível em http://go.microsoft.com/fwlink/?LinkId=56486 (em inglês). A USMT 3.0 também carrega configurações do sistema operacional. Quando o sistema de destino for o Windows Vista, a USMT usará os Manifestos de Componente para o Windows Vista a fim de migrar as configurações do sistema operacional. O Windows Vista cria um arquivo de manifesto para cada componente que é carregado com o sistema operacional. Isso significa que, independentemente das configurações capturadas com ScanState, LoadState carregará apenas aquelas que têm um arquivo de manifesto correspondente no computador de destino. Para destinos do Windows XP, a USMT usa um script especial, chamado MigSys.xml, pois essa versão do Windows não inclui manifestos. | Observação: na versão Beta 2 do Windows Vista, existe apenas um número limitado de arquivos de manifesto disponíveis, por isso, somente um número seleto de componentes do sistema operacional serão migrados para o Windows Vista. |
Arquivos XML padrão da USMTA ferramenta USMT inclui vários arquivos XML padrão que dão suporte à migração. Esses arquivos podem ser personalizados de acordo com as necessidades da organização. Uma das principais diferenças entre a USMT versão 3.0 e as versões anteriores é que, quando os arquivos são especificados com a ferramenta ScanState, também é necessário especificá-los com LoadState. São necessários diferentes arquivos, dependendo de o destino da migração ser o Windows Vista ou o Windows XP. - Se o destino for o Windows Vista, use os arquivos MigApp.xml e MigUser.xml. Além disso, é possível criar ou gerar um arquivo Config.xml.
- Se o destino for o Windows XP, é necessário mais um arquivo, o MigSys.xml.
Cada arquivo XML tem uma finalidade específica. - MigApp.xml é utilizado para controlar quais configurações de aplicativo são migradas. Os aplicativos listados nesse arquivo podem ser incluídos ou excluídos da migração.
- MigUser.xml identifica quais pastas, arquivos, tipos de arquivo e configurações de área de trabalho do usuário são migrados. Ele não controla quais usuários são migrados.
- MigSys.xml normalmente só é usado para destinos do Windows XP e contém informações que controlam as configurações de sistema operacional e navegador a serem migradas. No caso de migrações do Windows Vista, a USMT usa os Repositórios para Windows XP e Windows 2000 para identificar os dados que serão migrados.
- Config.xml é um arquivo personalizado criado por meio de uma opção especial de ScanState, /genconfig. O ideal é usar essa opção para gerar um arquivo de configuração personalizado que atenda às necessidades da organização. Para usá-la da melhor forma possível, primeiro identifique todos os aplicativos a serem migrados. Em seguida, carregue cada aplicativo em um sistema. Execute ScanState /genconfig nesse sistema para capturar a lista de configurações de usuário, sistema operacional e aplicativo a serem migradas de qualquer computador da organização. Esse arquivo é exigido especificamente para o controle dos componentes de sistema operacional migrados quando a origem ou o destino for o Windows Vista. Se Config.xml não for incluído, a USMT migrará todos os componentes padrão no Windows Vista.
O uso do formato XML padroniza o modo como os administradores interagem com os dois comandos da USMT e facilita a personalização. Para obter mais informações, consulte How to change default behavior no manual Getting Started with User State Migration Tool 3.0 (em inglês). Início da página
Cenário de migraçãoAo mudar para o Windows Vista, organizações e usuários devem ter uma experiência de migração aprimorada devido às modificações feitas no Assistente de Migração e na USMT. O uso de arquivos XML na USMT pode oferecer uma abordagem padrão no que se refere à personalização da migração. Este é o momento certo para testar essas migrações tanto quanto possível e, desse modo, estar preparado para o lançamento oficial do Windows Vista. Os testes devem incluir um processo de migração o mais completo possível. Crie o script de migraçãoO processo de criação de script da USMT pode ser tão simples quanto gerar um arquivo Config.xml como suporte à migração. Após a criação do arquivo, é possível editá-lo para determinar o que deve ser incluído e excluído da migração. O formato básico para inclusão ou exclusão é tão simples quanto especificar sim ou não no arquivo XML. Cada componente tem uma seção migrate = ; atribuir yes ou no a essa seção instrui a USMT a incluí-lo ou não. Separe um tempo para analisar o conteúdo de cada arquivo de migração a fim de preparar uma migração mais completa. Devido a seu formato de texto puro, os arquivos XML podem ser editados em editores de texto como o Bloco de Notas. Use as tecnologias de implantação do Windows VistaAlém de ferramentas de migração aprimoradas, o Windows Vista inclui novos recursos de geração de imagens do sistema, instalação remota do sistema e implantação de software aperfeiçoada. O formato do Windows Imaging em particular oferece recursos de implantação aprimorados, pois utiliza tecnologia de geração de imagens de disco baseada em arquivos. Uma vez capturados, os arquivos de imagem podem ser montados como volumes do sistema, o que permite editá-los com maior facilidade, simplificando a manutenção e evitando muitos cenários de recriação de imagens. O WIM permite que uma única imagem seja implantada em diferentes tipos de hardware de computador, com diferentes requisitos de idioma, e dá suporte integral ao conceito de SOE. Realize migrações remotas com a USMTIntegre as ferramentas de implantação aperfeiçoadas do Windows Vista aos testes de implantação para oferecer testes completos desse novo conjunto avançado de tecnologias. Especificamente, integre scripts da USMT ao teste de implantação e descubra quais scripts funcionam melhor em cada situação. As organizações que executam o Windows XP ou o Windows 2000 devem separar um tempo para criar ambientes de teste que permitam à sua equipe técnica se familiarizar totalmente com as tecnologias que ela usará quando o Windows Vista for lançado. As organizações que no momento utilizam o Microsoft Systems Management Server (SMS) poderão aproveitar totalmente a nova USMT e integrá-la ao Feature Pack de sistema operacional do SMS para realizar implantações remotas completas. Início da página
ResumoAs migrações costumam ser um ponto problemático para as organizações e os indivíduos. Os aprimoramentos do Assistente de Migração de PC e da USMT facilitarão bastante essas migrações no futuro, mas não há nada que substitua o método de tentativa e erro. As organizações devem considerar principalmente a possibilidade de investir em oportunidades de aprendizado dessas novas ferramentas e começar a desenvolver cenários de migração que atenderão melhor suas necessidades. Esses cenários simplificarão em muito o processo de migração e ajudarão a prepará-las para a implantação oficial do Windows Vista. Início da página
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