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Otimização da infra-estrutura TechNet: Jornada de otimização da infra-estrutura Microsoft

Publicado em: 28 de março de 2006 | Atualizado em: 30 de agosto de 2006

De acordo com analistas, mais de 70 % de um orçamento típico de TI é gasto em infra-estrutura, como servidores, sistemas operacionais e rede. Some-se a isso a necessidade de atualizar e gerenciar dispositivos de área de trabalho e móveis e você terá um conjunto único de desafios para serem enfrentados pela infra-estrutura de TI.

O Infrastructure Optimization Model ajuda o cliente a entender e, subseqüentemente, aprimorar, o estado da sua infra-estrutura de TI, além de descrever o que isso significa em termos de custo, risco à segurança e agilidade operacional.

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Background

A infra-estrutura de TI é um ativo estratégico e o alicerce essencial ao qual o software pode oferecer serviços e aplicativos de usuários necessários para que o negócio funcione de modo eficaz e bem-sucedido. Para muitas organizações, o crescimento e o rápido desenvolvimento em novas tecnologias resultaram em infra-estruturas de data centers e computadores desktop excessivamente complexas, inflexíveis e difíceis de gerenciar, com custos embutidos que não são apenas mais altos, mas de certa forma fixos, independentemente dos requisitos comerciais em constante transformação.

A maioria das organizações reconhece a importância de uma infra-estrutura de TI otimizada e eficiente quanto aos custos, e tem tentado racionalizar a própria infra-estrutura, além de aumentar a eficiência operacional por meio de iniciativas como consolidação de data center, padronização de área de trabalho, implementação de práticas operacionais recomendadas de TI etc. Essas iniciativas empreendidas pelos departamentos de TI de maneira isolada não são suficientes em si mesmas para oferecer os aprimoramentos desejados e de longa duração exigidos pelos negócios. Para alcançar um aprimoramento sustentado na infra-estrutura de TI, as organizações devem assumir uma visão estratégica de maior prazo com relação à maturidade de infra-estrutura de TI , e vincular esses aprimoramentos de capacidade e maturidade às suas necessidades comerciais e à estratégia comercial global.

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Apresentando o Infrastructure Optimization Model

O Infrastructure Optimization Model (modelo de otimização da infra-estrutura) ajuda o cliente a concretizar uma drástica economia de custos à sua infra-estrutura de TI, passando de um ambiente não gerenciado para um ambiente dinâmico. A segurança melhora de altamente vulnerável em uma infra-estrutura básica para dinamicamente proativa em uma infra-estrutura mais madura. O gerenciamento de infra-estrutura de TI muda de altamente manual e reativo para altamente automatizado e proativo.

A Microsoft e parceiros podem oferecer as tecnologias, os processos e os procedimentos para ajudar o cliente a passar pela jornada de otimização da infra-estrutura. Os processos passam de fragmentados ou não existentes para otimizados e reprodutíveis. A capacidade do cliente em usar a tecnologia para aprimorar a agilidade do negócio e oferecer valor comercial aumenta à medida que passa do estado básico e continua em direção a um estado dinâmico, dando autonomia a operadores de informações e gerentes e oferecendo suporte a novas oportunidades comerciais.

Modelo de Otimização de Infra-estrutura

O trabalho com a Microsoft e o uso desse modelo como uma estrutura permitem à empresa entender rapidamente o valor estratégico e os benefícios comerciais para a organização na passagem de um nível “básico” de maturidade (em que a infra-estrutura de TI é geralmente considerada um centro de custos) para um uso mais “dinâmico”, em que o valor comercial da infra-estrutura de TI é claramente entendido e a infra-estrutura de TI é vista como um ativo comercial estratégico e possibilitador de negócios .

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Como o modelo funciona

O Infrastructure Optimization Model foi desenvolvido usando as práticas recomendadas do setor e as próprias experiências da Microsoft com seus clientes corporativos. O objetivo principal da Microsoft ao criar o Infrastructure Optimization Model foi desenvolver um modo simples para uso de uma estrutura de maturidade que fosse flexível e pudesse ser usada facilmente como o padrão de referência de capacidade técnica e valor comercial.

A primeira etapa no uso do modelo é avaliar em que nível de maturidade desse modelo você se encontra. Após estabelecer o nível de maturidade atual, a etapa a seguir é usar o modelo para desenvolver um plano sobre como progredir em cada nível de maturidade, com vistas a atingir o nível-alvo necessário e obter o benefício comercial máximo.

Básico: “nós combatemos incêndios”

A infra-estrutura de TI básica caracteriza-se por processos manuais e localizados, controle central mínimo e diretivas de TI não existentes ou não aplicadas, além de padrões relacionados à segurança, ao backup, ao gerenciamento de imagens e à implantação e à conformidade, bem como outras práticas comuns de TI. Existe uma falta de conhecimento geral quanto aos detalhes da infra-estrutura atualmente em vigor ou que táticas terão o maior impacto na melhoria dessa infra-estrutura. A integridade geral de aplicativos e serviços é desconhecida devido à falta de ferramentas e recursos. Não há veículo para compartilhamento de conhecimento acumulado em TI. Os clientes que contam com infra-estrutura básica consideram extremamente difícil o controle de seus ambientes, têm custos de gerenciamento de computadores desktop e servidor muito altos, são geralmente muito reativos às ameaças de segurança e têm um impacto positivo muito pequeno quanto à capacidade de o negócio se beneficiar com TI. Em geral, todos os patches, implantações de software e serviços são fornecidos com muita interação humana e alto custo.

O cliente beneficia-se bastante ao passar desse tipo de infra-estrutura básica para uma infra-estrutura padronizada, que os auxilia a reduzir drasticamente os custos, através das seguintes ações:

  • desenvolvimento de padrões, diretivas e controles com uma estratégia de aplicação.
  • minimização de riscos à segurança, desenvolvendo uma posição de "defesa em profundidade": uma abordagem em camadas com relação à segurança nos níveis de perímetro, servidor, área de trabalho e de aplicativo.
  • automação de várias tarefas manuais e de longa duração.
  • adoção de práticas recomendadas, como as de ITIL (biblioteca de infra-estrutura de TI), SANS (SysAdmin, Audit, Network, and Security Institute) e assim por diante.
  • ambição para tornar a TI um ativo estratégico, em vez de um ônus.

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Padronizada: “estamos ganhando controle”

A infra-estrutura padronizada introduz controles por meio do uso de padrões e diretivas para gerenciamento de computadores desktop e servidores, de como os computadores são introduzidos na rede e do uso de serviços de diretório do Active Directory para gerenciar recursos, diretivas de segurança e controle de acesso. Os clientes no estado padronizado perceberam o valor de padrões básicos e de algumas diretivas, mas ainda resistem bastante. Em geral, todos os patches, implantações de software e serviços de área de trabalho são fornecidos com interação humana média e custo médio a alto. Esses clientes, no entanto, contam com um inventário razoável de hardware e software e estão começando a gerenciar licenças. As medidas de segurança são aprimoradas com um perímetro bloqueado, mas a segurança interna ainda pode estar correndo risco.

O cliente beneficia-se passando desse estado padronizado para um estado racionalizado com a infra-estrutura própria, ganhando controle substancial sobre a infra-estrutura e possuindo diretivas e processos proativos que o prepara para o espectro de circunstâncias, desde oportunidades a catástrofes. O gerenciamento de serviços é um conceito e a organização está percorrendo etapas para reconhecer onde implementá-lo. A tecnologia também está começando a desempenhar um papel muito maior em direção a uma infra-estrutura racionalizada tornando-se um ativo comercial e aliado, em vez de um fardo.

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Racionalizada: “nós capacitamos o negócio”

A infra-estrutura racionalizada é onde os custos envolvidos no gerenciamento de computadores desktop e servidores encontram-se mais baixos e os processos e as diretivas amadureceram para começar a desempenhar um papel importante no suporte e na expansão do negócio. A segurança é muito proativa e a resposta às ameaças e desafios é rápida e controlada.

A implantação sem interação humana minimiza o custo, o tempo de implantação e os desafios técnicos. O número de imagens é mínimo e o processo de gerenciamento de área de trabalho requer muito pouca interação humana. Eles possuem um inventário claro de hardware e software e adquirem apenas as licenças e os computadores de que precisam.

A segurança é extremamente proativa, com diretivas e controle estrito desde a área de trabalho até o servidor, o firewall e a extranet.

O cliente beneficia-se no nível empresarial passando desse estado racionalizado para um estado dinâmico. Os benefícios da implementação de tecnologias novas ou alternativas para assumir um desafio comercial ou uma oportunidade excedem em muito o custo incremental. O gerenciamento de serviços é implementado em alguns serviços com a organização cumprindo etapas para implementar mais amplamente ao longo da TI. Os clientes que contemplam o valor do estado dinâmico geralmente buscam na infra-estrutura de TI um meio de oferecer vantagem comercial.

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Dinâmica: “somos um ativo estratégico”

O cliente que conta com a infra-estrutura dinâmica está totalmente ciente do valor estratégico oferecido por sua infra-estrutura para ajudá-lo a gerenciar o seu negócio de modo eficiente, estando à frente da concorrência. Os custos são totalmente controlados. A integração entre usuários e dados e área de trabalho e servidores, além da colaboração entre usuários e departamentos é difundida, e o usuário móvel conta com níveis de serviços e recursos quase no local, independentemente de onde se encontre.

Os processos são totalmente automatizados, geralmente incorporados à própria tecnologia, permitindo à TI estar alinhada e ser gerenciada de acordo com as necessidades do negócio. Os investimentos adicionais em tecnologia propiciam benefícios específicos, rápidos e mensuráveis para o negócio.

O uso de software de autoprovisionamento e de sistemas semelhantes a quarentena para garantir o gerenciamento de patches e o cumprimento de diretivas de segurança estabelecidas permite que a organização dinâmica automatize processos, aumentando, dessa forma, a confiabilidade, reduzindo os custos e intensificando os níveis de serviços.

O cliente beneficia-se do aumento percentual de sua infra-estrutura, que é dinâmica, oferecendo níveis de serviços melhores, vantagem competitiva e comparativa, além de assumir maiores desafios corporativos. O gerenciamento de serviços é implementado em todos os serviços essenciais, com contratos de nível de serviço e revisões operacionais estabelecidos.

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Infrastructure Optimization Model e o Microsoft Operations Framework

O MOF (Microsoft Operations Framework) propicia orientação operacional, que permite às empresas alcançar confiabilidade, disponibilidade, flexibilidade de suporte e gerenciamento dos produtos e das tecnologias da Microsoft. Enquanto o Infrastructure Optimization Model descreve as tecnologias e as etapas-chave que podem ser usadas pelas organizações no sentido do avanço, o MOF explica as pessoas e os processos necessários ao aprimoramento da infra-estrutura de TI. Juntos, o Infrastructure Optimization Model e o MOF oferecem um modelo completo e uma orientação aos profissionais de TI para uso em iniciativas de otimização.

Para obter mais informaçõ Microsoft Operations Framework.

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